Ponto de vista do Greyson #ON
Vi ela sumir no meio da
escuridão, não fazia tanto tempo que havíamos chegado, mas foi o bastante para
ver a menina que eu amava desaparecer no meio da chuva.
Cai de joelhos e fiquei ali na chuva, com todos me olhando enquanto meu coração ficava cada vez mais apertado.
Senti alguém tocando em meu ombro, mas não me mexi, queria que aquilo não fosse verdade, não só queria que Marie nunca tivesse aparecido no meio da multidão e me beijado, mas também entrado na minha vida.
Asa: Eu vou procurar ela, ta bom? – Ouvi a Asa me perguntar, então percebi que ele era quem tinha tocado em meu ombro.
Grey: Por Favor – Falei ao meio de lagrimas e logo vi Asa atravessar a chuva e desaparecer no escuro, assim como ela.
Olhei para os lados e vi Marie parada na porta me olhando com um sorriso malicioso, assim como ela, todos me olhavam.
Tentei levantar do chão, mas minhas pernas não obedeciam, foi então que Charlie segurou minha mão e me puxou pra cima.
Olhei pra ela e sussurrei “Não foi minha culpa”, ela me deu um sorriso triste e logo me abraçou, “Eu sei que não” ela falou e eu continuei chorando ali, abraçado com ela, mas então ela desgrudou nossos corpos e foi em direção de Marie.
Charlie: NÃO BASTA VOCÊ TER LEVADO UM CALDO NA FONTE E AINDA TEM QUE VIM ATORMENTAR NA FESTA SUA VAGABUNDA? – Charlie gritou para que todos pudessem ouvir e tirou os sapatos.
Marie: NÃO FALA ASSIM COMIGO! – Foi tudo que Marie conseguiu falar, porque finalmente Charlie havia parado na sua frente e fico encarando-a.
Charlie: Eu tava loca pra mete a mão na tua cara. – Charlie falou e simplesmente segurou o cabelo de Marie fazendo ela se ajoelhar e deixou a marca de seus dedos em seu rosto. Logo depois disso, ela veio em minha direção e chamou um taxi que estava passando naquele momento.
Entramos no Taxi, mas Charlie ficou um tempo ainda com a raiva estampada em seus olhos, até que ela deu um suspiro e começou a conversa.
Charlie: Grey, olha, acho que ela não vai querer voltar, pelo menos não hoje – Charlie disse e eu senti meu coração apertando.
Grey: Porque? Como assim? Ela não vai mais querer me ver? – Perguntei e Charlie fez sinal de não com a cabeça.
Charlie: Não é isso, ela deve ta confusa. Tem a possibilidade de ela já ter voltado pro hotel, ou tem a possibilidade de ela ter sumido por ai, que nesse caso, teríamos que torcer pra Asa achar ela. – Charlie disse e eu soltei um suspiro.
Grey: Você vai pro hotel comigo? – Perguntei e mais uma vez ela fez sinal de não com a cabeça.
Charlie: Acho melhor eu voltar pra casa e tentar falar com o Asa, qualquer coisa agente te liga – Charlie concluiu e eu assenti.
-------------*------------*------------
Abri a porta do quarto e não vi ninguém lá. Tinha esperança de que ela tivesse voltado pro hotel e falasse comigo quando eu chegasse, mas não foi o que aconteceu.
Abri o guarda roupa, botei meu pijama e me joguei na cama. Eu ficava pensando em quando ela voltaria e se voltaria. Claro que ela não podia ficar fora pra sempre, mas se voltasse, será que falaria comigo?
Perguntas corriam pela minha cabeça sem parar, eu não conseguia dormir, eu estava mais preocupado do que com sono.
Olhei para o relógio, onze e meia e eu só conseguia pensar nela. Fechei os olhos com esperança de que quando eu abrisse novamente ela estivesse do meu lado, mas acabei pegando no sono.
Pensamento do Greyson #OFF
-------------*------------*------------
Pensamento da (seunome) #ON
(Bota pra carregar coelhinha http://www.youtube.com/watch?v=ccKV1X9uyP4 )
Asa: Toma, seu chocolate quente – Asa me entregou uma xícara e ajeitou o cobertor nas minhas costas.
Eu: Não precisava – Falei sem jeito e levei a xícara a minha boca.
Asa: Precisa sim, você tava no meio da chuva e também, desculpa pela roupa, fico um pouco grande em você. – Asa falou sem jeito.
Eu tava com uma calça de abrigo, um blusão muito folgado que também era muito confortável e com a camiseta que eu tinha ido na festa mesmo, por baixo do blusão.
Eu: Obrigada – Falei e sorri sem jeito arrancando um sorriso de Asa também.
Asa: Vou ligar pra Charlie – Asa disse se levantando e pegando seu celular em cima da escrivaninha.
Assim que Asa saiu do quarto pra telefonar eu me levantei e fui em direção a janela.
Estava um pouco frio lá fora essa noite, mas não foi a única coisa que eu percebi.
As casas eram todas iguais, menos a de Asa, pensei em perguntar o porque, mas quando me virei lembrei que ele ainda não tinha chegado no quarto.
Me virei de novo e fiquei observando o pouco movimento que tinha naquela rua até que Asa finalmente chegou.
Asa: Ela vai vim pra cá, os pais dela já chegaram em casa mas já estão dormindo, ela vai sair de casa escondida- Asa falou fazendo uma careta.
Eu: A Charlie não toma jeito – Falei fazendo a mesma careta que ele e logo nós dois começamos a rir.
Asa: Quer ver TV lá na sala? Meus pais já foram dormir – Asa falou e eu assenti.
Fomos descendo as escadas e ligamos a TV na FOX.
Asa: Gosta de Simpsons? – Asa me perguntou e percebi que nós tínhamos mais uma coisa em comum.
Eu: Gosto – Falei e ele sorriu.
-------------*------------*------------
Charlie: ABREE APORTA SE NÃO EU ENTRO PELA JANELA – Charlie gritava do outro lado enquanto apertava a campainha compulsivamente fazendo Asa dar um pulo e ir abrir a porta.
Asa: Tu ta loca!? Meus pais tão lá em cima dormindo e você podia ter acordado os vizinhos, e olha que eles chamam a policia por tudo! – Asa falou tentando manter o tom de voz baixo e fazendo eu e Charlie rirmos.
Charlie: Nossa, que estressado – Charlie disse e Asa deu um selinho nela.
Eu: Aww que fofos – Fui obrigada a falar e botar minhas mãos no rosto enquanto os dois davam um selinho demorado.
Charlie parou, me olhou e fez uma cara espantada.
Charlie: Imaginei que você estivesse assim, por isso trouxe isso – Charlie disse e me jogou uma muda de roupa.
Eu: Você me salvou – Falei e soltei um suspiro
Asa: Sobe lá no meu quarto e se troca – Asa disse e então eu subi as escadas deixando os dois sozinhos na sala.
Entrei no quarto e me troquei com calma, mas continuei com o blusão, ele era confortável e fofo.
Desci as escadas e vi Asa e Charlie sentados no sofá abraçados, eles eram tão meigos juntos.
Comecei a lembrar de Greyson e senti lagrimas descendo pelo meu rosto novamente.
Sentei na escada e fiquei ali com as mãos cobrindo o rosto enquanto as lagrimas escorriam até cair nos degraus.
Senti alguém sentar do meu lado e me abraçar.
“ Vai ficar tudo bem amiga “ – Ouvi Charlie dizer e logo abracei ela forte.
Eu: Eu ainda não acredito que ele fez isso – Falei entre soluços.
Charlie: Não acredito que tenha sido por que ele quis, serio (seunome), eu falei com ele depois que você saiu, ele não tava nada bem.
Eu: Como você sabe? – Falei limpando as lagrimas.
Charlie: Bom, ele ficou ajoelhado na chuva chorando – Charlie disse e eu senti meu coração apertar.
Eu: Na frente de todos? – Falei assustada e Charlie assentiu.
Charlie: A, e eu também bati na Marie – Charlie disse e eu não pude controlar a risada.
Eu: Sério? Me conta tudo – Falei ainda rindo
Charlie: Sério! Bom, depois que você quebrou o copo na parede... – Charlie disse rindo e logo continuou.
Nós sentamos até a sala e Charlie contou pra mim e pro Asa como tinha sido depois que nós dois saímos da festa.
Eu e Asa não conseguíamos parar de rir com a parte que Charlie tinha batido na Marie mas fomos interrompidos pelo celular de Asa.
Charlie: Eu vou na cozinha beber alguma coisa – Charlie disse se levantando e indo em direção a cozinha.
Eu e a Asa olhamos pro celular que estava na mesinha de centro e eu pulei pra ver quem era.
Olhei na tela, “ Greyson Chance “ .
Asa: Quer atender? – Asa perguntou e eu fiz sinal negativo com a cabeça
Pensamento da (seunome) #OFF
-------------*------------*-----------
Pensamento do Greyson #ON
Acordei e peguei o telefone, não agüentava mais ficar sem ela.
Olhei no Relógio pela segunda vez naquela noite, eram duas horas da manhã e eu tinha acordado de um sonho que eu faria de tudo para ser verdade naquele momento.
Grey: Asa? É o Greyson, por favor deixa eu falar com a (seunome) – Falei desesperado
Asa: Acho que só amanhã cara – Asa falou com uma voz triste mas eu não me conformei.
Grey: ME DEIXA FALAR COM ELA – Insisti já gritando.
Asa: Amanhã agente se fala Greyson – Asa falou pronto pra desligar.
Grey: Espera! Só me diz aonde vocês tão? – Perguntei e olhei pro meu All star no banheiro.
Asa: Greyson, tenta dormir, amanhã eu te ligo – Asa falou mas antes que ele pudesse desligar ouvi Charlie gritar “ AONDE TEM COPO NA TUA COZINHA SEU BODE?” Então eu percebi onde eles estavam.
[ De Play ]
Não pensei duas vezes, sai daquele jeito mesmo, com pijama e só de meia, não me importava se estava chovendo e nem como ir, só me importava com o que aconteceria quando eu chegasse.
Abri a porta do quarto sem me importar e apertei no botão do elevador. Fiquei esperando por 1 minuto, mas parecia um século, então desci a escada até o primeiro andar do hotel.
Atravessei o saguão e me deparei com a noite fria, não estava mais chovendo e nem me importava, eu precisava ver ela, e eu iria fazer de tudo pra isso acontecer.
Um turbilhão de lembranças começaram a passar pela minha cabeça então entrei na noite fria e seca e fui seguindo em direção a casa de Asa.
Leaning now into the breeze
Cai de joelhos e fiquei ali na chuva, com todos me olhando enquanto meu coração ficava cada vez mais apertado.
Senti alguém tocando em meu ombro, mas não me mexi, queria que aquilo não fosse verdade, não só queria que Marie nunca tivesse aparecido no meio da multidão e me beijado, mas também entrado na minha vida.
Asa: Eu vou procurar ela, ta bom? – Ouvi a Asa me perguntar, então percebi que ele era quem tinha tocado em meu ombro.
Grey: Por Favor – Falei ao meio de lagrimas e logo vi Asa atravessar a chuva e desaparecer no escuro, assim como ela.
Olhei para os lados e vi Marie parada na porta me olhando com um sorriso malicioso, assim como ela, todos me olhavam.
Tentei levantar do chão, mas minhas pernas não obedeciam, foi então que Charlie segurou minha mão e me puxou pra cima.
Olhei pra ela e sussurrei “Não foi minha culpa”, ela me deu um sorriso triste e logo me abraçou, “Eu sei que não” ela falou e eu continuei chorando ali, abraçado com ela, mas então ela desgrudou nossos corpos e foi em direção de Marie.
Charlie: NÃO BASTA VOCÊ TER LEVADO UM CALDO NA FONTE E AINDA TEM QUE VIM ATORMENTAR NA FESTA SUA VAGABUNDA? – Charlie gritou para que todos pudessem ouvir e tirou os sapatos.
Marie: NÃO FALA ASSIM COMIGO! – Foi tudo que Marie conseguiu falar, porque finalmente Charlie havia parado na sua frente e fico encarando-a.
Charlie: Eu tava loca pra mete a mão na tua cara. – Charlie falou e simplesmente segurou o cabelo de Marie fazendo ela se ajoelhar e deixou a marca de seus dedos em seu rosto. Logo depois disso, ela veio em minha direção e chamou um taxi que estava passando naquele momento.
Entramos no Taxi, mas Charlie ficou um tempo ainda com a raiva estampada em seus olhos, até que ela deu um suspiro e começou a conversa.
Charlie: Grey, olha, acho que ela não vai querer voltar, pelo menos não hoje – Charlie disse e eu senti meu coração apertando.
Grey: Porque? Como assim? Ela não vai mais querer me ver? – Perguntei e Charlie fez sinal de não com a cabeça.
Charlie: Não é isso, ela deve ta confusa. Tem a possibilidade de ela já ter voltado pro hotel, ou tem a possibilidade de ela ter sumido por ai, que nesse caso, teríamos que torcer pra Asa achar ela. – Charlie disse e eu soltei um suspiro.
Grey: Você vai pro hotel comigo? – Perguntei e mais uma vez ela fez sinal de não com a cabeça.
Charlie: Acho melhor eu voltar pra casa e tentar falar com o Asa, qualquer coisa agente te liga – Charlie concluiu e eu assenti.
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Abri a porta do quarto e não vi ninguém lá. Tinha esperança de que ela tivesse voltado pro hotel e falasse comigo quando eu chegasse, mas não foi o que aconteceu.
Abri o guarda roupa, botei meu pijama e me joguei na cama. Eu ficava pensando em quando ela voltaria e se voltaria. Claro que ela não podia ficar fora pra sempre, mas se voltasse, será que falaria comigo?
Perguntas corriam pela minha cabeça sem parar, eu não conseguia dormir, eu estava mais preocupado do que com sono.
Olhei para o relógio, onze e meia e eu só conseguia pensar nela. Fechei os olhos com esperança de que quando eu abrisse novamente ela estivesse do meu lado, mas acabei pegando no sono.
Pensamento do Greyson #OFF
-------------*------------*------------
Pensamento da (seunome) #ON
(Bota pra carregar coelhinha http://www.youtube.com/watch?v=ccKV1X9uyP4 )
Asa: Toma, seu chocolate quente – Asa me entregou uma xícara e ajeitou o cobertor nas minhas costas.
Eu: Não precisava – Falei sem jeito e levei a xícara a minha boca.
Asa: Precisa sim, você tava no meio da chuva e também, desculpa pela roupa, fico um pouco grande em você. – Asa falou sem jeito.
Eu tava com uma calça de abrigo, um blusão muito folgado que também era muito confortável e com a camiseta que eu tinha ido na festa mesmo, por baixo do blusão.
Eu: Obrigada – Falei e sorri sem jeito arrancando um sorriso de Asa também.
Asa: Vou ligar pra Charlie – Asa disse se levantando e pegando seu celular em cima da escrivaninha.
Assim que Asa saiu do quarto pra telefonar eu me levantei e fui em direção a janela.
Estava um pouco frio lá fora essa noite, mas não foi a única coisa que eu percebi.
As casas eram todas iguais, menos a de Asa, pensei em perguntar o porque, mas quando me virei lembrei que ele ainda não tinha chegado no quarto.
Me virei de novo e fiquei observando o pouco movimento que tinha naquela rua até que Asa finalmente chegou.
Asa: Ela vai vim pra cá, os pais dela já chegaram em casa mas já estão dormindo, ela vai sair de casa escondida- Asa falou fazendo uma careta.
Eu: A Charlie não toma jeito – Falei fazendo a mesma careta que ele e logo nós dois começamos a rir.
Asa: Quer ver TV lá na sala? Meus pais já foram dormir – Asa falou e eu assenti.
Fomos descendo as escadas e ligamos a TV na FOX.
Asa: Gosta de Simpsons? – Asa me perguntou e percebi que nós tínhamos mais uma coisa em comum.
Eu: Gosto – Falei e ele sorriu.
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Charlie: ABREE APORTA SE NÃO EU ENTRO PELA JANELA – Charlie gritava do outro lado enquanto apertava a campainha compulsivamente fazendo Asa dar um pulo e ir abrir a porta.
Asa: Tu ta loca!? Meus pais tão lá em cima dormindo e você podia ter acordado os vizinhos, e olha que eles chamam a policia por tudo! – Asa falou tentando manter o tom de voz baixo e fazendo eu e Charlie rirmos.
Charlie: Nossa, que estressado – Charlie disse e Asa deu um selinho nela.
Eu: Aww que fofos – Fui obrigada a falar e botar minhas mãos no rosto enquanto os dois davam um selinho demorado.
Charlie parou, me olhou e fez uma cara espantada.
Charlie: Imaginei que você estivesse assim, por isso trouxe isso – Charlie disse e me jogou uma muda de roupa.
Eu: Você me salvou – Falei e soltei um suspiro
Asa: Sobe lá no meu quarto e se troca – Asa disse e então eu subi as escadas deixando os dois sozinhos na sala.
Entrei no quarto e me troquei com calma, mas continuei com o blusão, ele era confortável e fofo.
Desci as escadas e vi Asa e Charlie sentados no sofá abraçados, eles eram tão meigos juntos.
Comecei a lembrar de Greyson e senti lagrimas descendo pelo meu rosto novamente.
Sentei na escada e fiquei ali com as mãos cobrindo o rosto enquanto as lagrimas escorriam até cair nos degraus.
Senti alguém sentar do meu lado e me abraçar.
“ Vai ficar tudo bem amiga “ – Ouvi Charlie dizer e logo abracei ela forte.
Eu: Eu ainda não acredito que ele fez isso – Falei entre soluços.
Charlie: Não acredito que tenha sido por que ele quis, serio (seunome), eu falei com ele depois que você saiu, ele não tava nada bem.
Eu: Como você sabe? – Falei limpando as lagrimas.
Charlie: Bom, ele ficou ajoelhado na chuva chorando – Charlie disse e eu senti meu coração apertar.
Eu: Na frente de todos? – Falei assustada e Charlie assentiu.
Charlie: A, e eu também bati na Marie – Charlie disse e eu não pude controlar a risada.
Eu: Sério? Me conta tudo – Falei ainda rindo
Charlie: Sério! Bom, depois que você quebrou o copo na parede... – Charlie disse rindo e logo continuou.
Nós sentamos até a sala e Charlie contou pra mim e pro Asa como tinha sido depois que nós dois saímos da festa.
Eu e Asa não conseguíamos parar de rir com a parte que Charlie tinha batido na Marie mas fomos interrompidos pelo celular de Asa.
Charlie: Eu vou na cozinha beber alguma coisa – Charlie disse se levantando e indo em direção a cozinha.
Eu e a Asa olhamos pro celular que estava na mesinha de centro e eu pulei pra ver quem era.
Olhei na tela, “ Greyson Chance “ .
Asa: Quer atender? – Asa perguntou e eu fiz sinal negativo com a cabeça
Pensamento da (seunome) #OFF
-------------*------------*-----------
Pensamento do Greyson #ON
Acordei e peguei o telefone, não agüentava mais ficar sem ela.
Olhei no Relógio pela segunda vez naquela noite, eram duas horas da manhã e eu tinha acordado de um sonho que eu faria de tudo para ser verdade naquele momento.
Grey: Asa? É o Greyson, por favor deixa eu falar com a (seunome) – Falei desesperado
Asa: Acho que só amanhã cara – Asa falou com uma voz triste mas eu não me conformei.
Grey: ME DEIXA FALAR COM ELA – Insisti já gritando.
Asa: Amanhã agente se fala Greyson – Asa falou pronto pra desligar.
Grey: Espera! Só me diz aonde vocês tão? – Perguntei e olhei pro meu All star no banheiro.
Asa: Greyson, tenta dormir, amanhã eu te ligo – Asa falou mas antes que ele pudesse desligar ouvi Charlie gritar “ AONDE TEM COPO NA TUA COZINHA SEU BODE?” Então eu percebi onde eles estavam.
[ De Play ]
Não pensei duas vezes, sai daquele jeito mesmo, com pijama e só de meia, não me importava se estava chovendo e nem como ir, só me importava com o que aconteceria quando eu chegasse.
Abri a porta do quarto sem me importar e apertei no botão do elevador. Fiquei esperando por 1 minuto, mas parecia um século, então desci a escada até o primeiro andar do hotel.
Atravessei o saguão e me deparei com a noite fria, não estava mais chovendo e nem me importava, eu precisava ver ela, e eu iria fazer de tudo pra isso acontecer.
Um turbilhão de lembranças começaram a passar pela minha cabeça então entrei na noite fria e seca e fui seguindo em direção a casa de Asa.
Leaning now into the breeze
(Inclinando-se
agora para dentro da brisa)
Remembering Sunday, he falls to his knees
Remembering Sunday, he falls to his knees
(Se
lembrando de domingo, ele cai de joelhos)
They had breakfast together
They had breakfast together
(Eles
tomaram café da manhã juntos)
But two eggs don't last
(Mas dois ovos não duram)
Like the feeling of what he needs
(Como
a sensação da qual ele precisa)
Sai correndo pela rua deserta, lembrando de tudo que ela havia me dito e que eu havia dito pra ela. Passei pela sorveteria e fui desacelerando o passo.
Fiquei olhando a vitrine fechada e em seguida me virei para a praça, as lembranças estavam tão perto e lagrimas escorriam no meu rosto enquanto a brisa fria passava pelo meu rosto.
Olhei para os meus pés descalços e sai correndo de novo, eu não pensava em nada a não ser em ela.
Quanto mais eu corria mais lagrimas escorriam pelo meu rosto e o vento soprava mais forte as fazendo secarem mais rápido.
Parei e olhei mais adiante, consegui enxergar um condomínio de casas.
Era lá, senti um calafrio e respirei fundo para recuperar o Ar.
Fui caminhando em direção ao condomínio até que dei de cara com um portão alto. Não tinha como entrar, ou tinha...?
Segurei na grade do portão e fui escalando ele até chegar no final, olhei pra baixo e era alto, muito alto mas não ia recuar, comecei a encaixar meus pés na grade e fui descendo com calma, até que eu errei o pé e cai de costas no chão.
Fiquei deitado ali por 1 minuto e logo levantei, não tinha tempo a perder.
Olhei para as casas, eram todas iguais, exatamente iguais, a única coisa que mudava era o jardim na frente.
Olhei para os lados e não vi outra escolha, fui em direção a uma casa qualquer e fui obrigado a perguntar se tinham visto ela, mas a resposta foi não.
Sai correndo pela rua deserta, lembrando de tudo que ela havia me dito e que eu havia dito pra ela. Passei pela sorveteria e fui desacelerando o passo.
Fiquei olhando a vitrine fechada e em seguida me virei para a praça, as lembranças estavam tão perto e lagrimas escorriam no meu rosto enquanto a brisa fria passava pelo meu rosto.
Olhei para os meus pés descalços e sai correndo de novo, eu não pensava em nada a não ser em ela.
Quanto mais eu corria mais lagrimas escorriam pelo meu rosto e o vento soprava mais forte as fazendo secarem mais rápido.
Parei e olhei mais adiante, consegui enxergar um condomínio de casas.
Era lá, senti um calafrio e respirei fundo para recuperar o Ar.
Fui caminhando em direção ao condomínio até que dei de cara com um portão alto. Não tinha como entrar, ou tinha...?
Segurei na grade do portão e fui escalando ele até chegar no final, olhei pra baixo e era alto, muito alto mas não ia recuar, comecei a encaixar meus pés na grade e fui descendo com calma, até que eu errei o pé e cai de costas no chão.
Fiquei deitado ali por 1 minuto e logo levantei, não tinha tempo a perder.
Olhei para as casas, eram todas iguais, exatamente iguais, a única coisa que mudava era o jardim na frente.
Olhei para os lados e não vi outra escolha, fui em direção a uma casa qualquer e fui obrigado a perguntar se tinham visto ela, mas a resposta foi não.
Waking the
neighbors, unfamiliar faces
(Acordando os vizinhos, rostos desconhecidos)
He pleads though he tries
(Ele suplica ainda que tenta)
But he's only
denied
(Mas só é rejeitado)
Olhei pra casa do lado e fiz a mesma coisa, comecei a tocar a campainha, não tinha outra escolha.
Olhei pra casa do lado e fiz a mesma coisa, comecei a tocar a campainha, não tinha outra escolha.
Forgive me, I'm trying to find my calling
(Me perdoe, eu estou tentando encontrar meu apelo)
I'm calling at
night
(Estou chamando através da noite)
I don't mean to be a bother
(Eu não quero incomodar)
But have you seen this girl?
(Mas você viu esta garota?)
She's been running through my dreams
(Ela está fugindo de meus sonhos)
And it's driving me crazy, it seems
(E isto está me deixando louco, e parece que)
I'm gonna ask her to marry me
(Eu vou pedir para ela se casar comigo)
Eu já tinha batido em 5 casas e nada, até que me lembrei que a casa do Asa era a única diferente, foi então que eu olhei pro final da rua e lá estava ela, era uma das únicas casas que estavam com todas as luzes acesas.
Corri até ela, atravessei o jardim e toquei a campainha.
Asa atendeu a porta e eu pude ver na escada uma menina parada, eu poderia reconhecer ela em qualquer lugar.
Grey: Coelhinha! – Gritei passando reto pelo Asa e foi então que ela deu um passo pra trás.
Ela: O que? – Ela respondeu seria.
Grey: Eu te amo – Respondi e as lagrimas que haviam parado começaram novamente.
Ela me olhava sem expressão e foi quando eu comecei a me aproximar dela, ela não dizia nem uma palavra e não fazia nem um movimento.
Grey: Eu te amo, ouviu? EU TE AMO – Falei um pouco mais baixo mas fui obrigado a aumentar a voz no final, assim como a intensidade das minhas lagrimas.
Ela: Eu também te amo – Ela falou e logo me abraço com força, então pude perceber que não era só eu que estava chorando.
Eu já tinha batido em 5 casas e nada, até que me lembrei que a casa do Asa era a única diferente, foi então que eu olhei pro final da rua e lá estava ela, era uma das únicas casas que estavam com todas as luzes acesas.
Corri até ela, atravessei o jardim e toquei a campainha.
Asa atendeu a porta e eu pude ver na escada uma menina parada, eu poderia reconhecer ela em qualquer lugar.
Grey: Coelhinha! – Gritei passando reto pelo Asa e foi então que ela deu um passo pra trás.
Ela: O que? – Ela respondeu seria.
Grey: Eu te amo – Respondi e as lagrimas que haviam parado começaram novamente.
Ela me olhava sem expressão e foi quando eu comecei a me aproximar dela, ela não dizia nem uma palavra e não fazia nem um movimento.
Grey: Eu te amo, ouviu? EU TE AMO – Falei um pouco mais baixo mas fui obrigado a aumentar a voz no final, assim como a intensidade das minhas lagrimas.
Ela: Eu também te amo – Ela falou e logo me abraço com força, então pude perceber que não era só eu que estava chorando.
continua
ResponderExcluirAIII MEU DEUS, CALMA CAROL CALMA, PELAMORDEDEUS CONTINUA LOGO ANTES QUE EU TENHA UM COLAPSO NERVOSO!!!
ResponderExcluirsabe ta mais que perfeito continua
ResponderExcluirAAh continuaa, quase chorei, Né Julia, seu apelido que é coelinha kkk' danada... e ainda da Play Boy '-' KKK pareei, mais então, continuaaa :}
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